Mas antes, um dedo de prosa

“Vejo o que quero que os outros vejam comigo. Por isso escrevo. Faço fotografias com palavras. Diferentes dos filmes que exigem tempo para serem vistos, as fotografias são instantâneas. Minhas crônicas são fotografias. Escrevo para fazer ver.”

(Rubem Alves).

Senhoras  e senhores; moças e rapazes; meninas e meninos,

Na concordância com o Rubem, (d)escrevi uma fotografia. Nesta fotografia de tantas múltiplas palavras, tentei atentar, com alguma leve tessitura numa composição musical, ou cores pastéis num quadro de entardecer, mais uma observação da vida, na vida e para a vida.

Despertar lembranças, rever os sentidos e reaver os sentimentos… O convite é a experimentar desse gosto “cotidiano” e ouvir a cor, sentir o ruído, rever alguma reminiscencia, tratar de uma lembrança… Sentido de saudade do que não foi.

Atenciosamente,
Jônatas Souza de Abreu

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